terça-feira, 28 de abril de 2015


Solar Condes de Resende 
quinta-feira 30 de abril de 2015, pelas 21,30 horas

Convite:

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Eduardo Vitor Rodrigues, e o presidente da direção dos Amigos do Solar Condes de Resende – Confraria Queirosiana, José Manuel Tedim, convidam V. Ex. e Família a estarem presentes na palestra sobre As Guerras Coloniais, pelo historiador e ex-combatente J. A. Gonçalves Guimarães, que terá lugar na próxima quinta-feira 30 de abril de 2015, pelas 21,30 horas. 
Entrada Livre.


Guerras Coloniais
                Ao 25 de Abril anda habitualmente associado o fim da Guerra Colonial. Mas, na realidade evocam-se este ano de 2015 seiscentos anos de Guerras Coloniais iniciadas em 1415 com a conquista de Ceuta, as quais só terminaram em 1999 com a restituição de Macau à China. Não houve pois “a” Guerra Colonial, ou do Ultramar, mas várias e continuadas Guerras Coloniais entre os portugueses e vários outros povos de África, América, Ásia e Oceânia. Como o palestrante, para além de historiador, esteve em Moçambique em 1974/1975 no final da última guerra, de tal dará testemunho pessoal.

Entrada livre.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Solar Condes de Resende

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, 21,30 horas.


Palestra sobre 

“Há bruxas (e bruxos) em Gaia? Uma visão antropológica e histórica do tema” 

por J. A. Gonçalves Guimarães. 

Entrada livre.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

12º Capítulo da Confraria Queirosiana

           

No passado dia 22 de novembro decorreu no Solar Condes de Resende o 12º Capítulo da Confraria Queirosiana. A partir das 17,30 foram chegando os confrades e sócios vindos dos diversos pontos do país, e alguns outros chegados na véspera do Brasil e naquele próprio dia de Luanda.
            Reunidos nas antigas dependências da Casa, o cortejo de confrades desceu ao pátio e subiu ao salão nobre por entre as salas com as obras de arte do Salon d’ Automne queirosiano 2014. Esperava-os a orquestra de câmara da Escola de Música de Perosinho dirigida pelo maestro Prof. João Costa, a executar a Pastoral do Concerto Grosso em sol menor op. 6 n.º 8 de Corelli. A mesa foi formada por Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, que viria a ser insigniado neste mesmo capítulo; José Manuel Tedim, presidente da direção; César Oliveira, presidente da mesa da assembleia geral; J. A. Gonçalves Guimarães, mesário mor da Confraria e Olga Cavaleiro, presidente da Federação das Confrarias Gastronómicas Portuguesas, que usaram da palavra para referir as atividades da Confraria, dar as boas vindas às instituições presentes, aludir ao papel das confrarias na cultura portuguesa e, o presidente no encerramento da sessão, às atribuições do Solar enquanto equipamento municipal no programa da câmara para a Cultura e a Educação. Estiveram presentes, além das instituições já referidas, a Associação Cultural Amigos de Gaia, Associação de Amizade Portugal- Egito; Associação dos Amigos de Pereiros; Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal; Confraria do Medronho, Tábua; Confraria do Vinho de Carcavelos; Confraria dos Enófilos da Estremadura; Confraria dos Sabores de Sintra; Confraria dos Ovos Moles de Aveiro; Confraria Gastronómica do Concelho de Ovar; Gertal; jornal As Artes entre as Letras; Junta de Freguesia de Canelas e Urbiface.
            Os sócios falecidos em 2013, D. Diogo de Cernache, 5º Conde de Campo Bello e o Eng.º José Pereira Gonçalves, foram recordados pelo mesário-mor e evocados nas páginas do n.º 11 da Revista de Portugal.
            Seguiu-se a assinatura de um protocolo de colaboração entre a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e os ASCR - Confraria Queirosiana, de especial incidência no âmbito cultural e no projeto dos investigadores-tarefeiros.
            Foi ainda divulgado o bastão queirosiano, réplica do que Eça ostenta na “fotografia de noivado”, o qual complementa o trajo dos confrades.
Foram depois chamados os confrades que, ao abrigo dos Estatutos da Confraria, mudaram de grau devido à apresentação e divulgação de trabalhos sobre a vida, obra e época de Eça de Queirós, nomeadamente Eva Baptista, Licínio Santos, Maia de Fátima Teixeira e Sílvia Santos, a que se seguiu a insigniação dos novos confrades, Ricardo Haddad, industrial têxtil; Susana Moncóvio, historiadora da Arte e Eduardo Vítor Rodrigues, sociólogo e presidente da Câmara de Gaia. Não foi insigniado o realizador João Botelho pois, por motivos incontornáveis, não pode estar presente na cerimónia.
            A orquestra de Câmara tocou depois uma área de J. S. Bach e, após o discurso de encerramento, os três andamentos da obra de abertura do capítulo, após o que os presentes se dirigiram ao Jardim das Camélias, com exuberante floração nesta época do ano, colocar uma coroa de louros na estátua de Eça de Queirós.

            O convívio entre os confrades passou então ao pavilhão do Solar, onde foi servido o jantar queirosiano, abrilhantado pelos “Eça Bem Dito” que interpretaram canções da Belle Époque, tendo ao piano Maria João Ventura. Seguiu-se a exibição de danças de salão pela Academia Gente Gira e o Baile das Camélias.