quarta-feira, 5 de março de 2025

Curso livre «Portugal, a Flor e a Foice" 08 de março de 2025



📍   Solar Condes de Resende, Canelas

📅 Sábado | 08 de março de 2025

 15h00 - 17h00

Liberdade, querida liberdade: Canções de protesto, de intervenção e outras músicas

Prof. Doutor Jorge Castro Ribeiro

«Nesta aula, a partir de uma seleção de canções compostas entre os anos da ditadura e a estabilização do regime democrático - passando, obviamente, pelos anos revolucionários - são caracterizados os aspectos estruturais e distintivos desta produção cultural específica. Será dada ênfase aos contextos políticos, artísticos e ideológicos nos quais as canções e os seus criadores emergiram e fizeram o seu percurso. Também serão explorados os contrastes e as transformações que as canções experimentaram, analisando algumas das suas influências, os conteúdos que veicularam e as tensões que envolveram os seus principais criadores. Terminaremos olhando para o impacto e legado destas canções, bem como dos seus criadores, na sociedade portuguesa.»

Jorge Castro Ribeiro

Frequência implica inscrição e pagamento prévios; possibilidade de pagamento de aula avulsa.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Palestra da última quinta-feira do mês - 27 de fevereiro de 2025

 


Palestra da última quinta-feira do mês 

📍   Solar Condes de Resende 

📅 Quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

18:30 – 19:30 horas

“Entre a Arcada e S. Bento” – Eça de Queirós vê Lisboa

Mestre Irene Fialho

«Uma das primeiras publicações de um muito jovem Eça de Queirós, no jornal Gazeta de Portugal, em 1867, intitula-se «Lisboa». Trata-se da visão de um recém-chegado à cidade, mas é também a reflexão de alguém recém-chegado a um mundo que só conhece impresso, através de livros e jornais. A Lisboa que encontra é uma paisagem povoada pelos seus preconceitos, sobretudo de carácter literário, ainda influenciados pelo romantismo mas já também pelas novas escolas literárias.

Quando inicia a sua carreira diplomática, o escritor passa a ver Lisboa de longe, recorrendo à memória. Passam a ser os narradores dos seus romances a descrever Lisboa, as personagens a comentá-la. À medida que se distancia de Lisboa, amplia as suas impressões e transmite-as ao leitor, deixando o mais completo retrato literário do século XIX no que respeita à paisagem da Capital. São estas paisagens, tal qual Eça de Queirós as viu, que se pretendem apresentar e descrever.»

Irene Fialho

Acesso livre, presencial e por videoconferência

Ingressar na reunião Zoom
https://us02web.zoom.us/j/85363030060?pwd=DRBclaZ7PyCr95pMjIrPWDftlGeUxF.1

ID da reunião: 853 6303 0060
Senha: 565591

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Curso livre «Portugal, a Flor e a Foice» - 15 de fevereiro de 2025

 


📍   Solar Condes de Resende, Canelas

📅 Sábado | 15 de fevereiro de 2025

⌚ 15h00 - 17h00

EDUCAÇÃO: 25 é metade de 50 ou 50 é o dobro de 25?

Prof. Doutor David Rodrigues

Conselheiro Nacional de Educação

"A Educação foi, certamente uma das áreas que mudou mais dramaticamente com a 25A74. Fruto de um modelo de educação familiar, restrita e elementar, chegamos a 1974 com cerca de 35% de pessoas analfabetas (das quais muito mais eram mulheres que homens). Hoje, passados 50 anos 50% dos jovens com 18 anos frequentam a Educação Superior. Nesta comunicação estabelecemos um percurso desde os três "Dês" (Democratizar, descolonizar e desenvolver) do 25A74 para cinco "Dês" que são agora as nossas prioridades em Educação (Dimensão, Diversidade, Desigualdade, Democracia e Direitos e Deveres Humanos)."

David Rodrigues

Frequência implica inscrição e pagamento prévios; possibilidade de pagamento de aula avulsa.

domingo, 26 de janeiro de 2025

Curso livre sobre "Portugal, a Flor e a Foice" 1 de fevereiro de 2025

 


A FOTOGRAFIA E O 25 DE ABRIL DE 1974

O 25 de Abril de 1974 constituiu um dos principais momentos da História Contemporânea de Portugal cujo acontecimento foi, naturalmente, veiculado através de vários meios de comunicação, nacionais e estrangeiros. A fotografia foi um desses meios de comunicação.

Antes de serem conhecidos, em Portugal, os cravos como símbolo da Revolução, já estes seguiam para as agências noticiosas Sigma e Gamma-Rapho captados pelas lentes de fotojornalistas estrangeiros, como Jean-Claude Francolon e Henri Bureau. O vermelho vivo dos cravos, contrastava com o preto e branco e cinzentos de uma fotografia oficial, anterior a 1974, feita de retratos, corta-fitas e vislumbres do pitoresco. Como era a fotografia antes de abril de 1974? Como viram os fotógrafos portugueses e estrangeiros, profissionais e amadores, a Revolução? Que caminhos seguiu a fotografia depois de 1974? Objeto ou documento, a fotografia tem sido utilizada pelos historiadores como complemento ao discurso escrito, mas é uma das mais importantes formas de comunicação, hoje abundantemente veiculada pelas redes sociais. E no tempo da Inteligência Artificial, mais do que nunca importa saber ler e interpretar fotografias.

Nuno Resende

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Curso livre "Portugal, a Flor e a Foice..." 18 de janeiro 2025

 

📍 Solar Condes de Resende, Canelas

📅 Sábado | 18 de janeiro

⌚ 15h00 - 17h00

A Rádio e o valor da Liberdade – 50 Anos depois de abril
António Barros Cardoso
Professor aposentado da Faculdade de Letras da Universidade do Porto

«Passaram em 2024, 50 anos sobre um acontecimento maior da nossa história recente – O “25 de abril”. Vivi, esses tempos de reconstrução do modo de ser português à luz dos valores da “liberdade, igualdade e fraternidade”, como muitos dos cidadãos portugueses da minha geração, de forma intensa. Aqueles valores, que o liberalismo procurou afirmar no século XIX e que o Estado Novo fez hibernar, ao longo de boa parte do século XX. Mas, sabemo-lo bem, a História é marcada por ciclos, de acordo com o seu principal objeto de estudo – O Homem – abria-se agora um novo tempo. Ao ser desafiado neste curso a recordar e a partilhar a minha experiência naqueles momentos em que Portugal voltou a escancarar as portas da esperança, resolvi rebuscar as memórias que guardo sobre a Rádio antes e depois de abril. Nessa época era ainda um portentoso meio de comunicação, vigiadíssimo pelo regime deposto pelos militares de abril que devolveram a palavra ao povo.»

António Barros Cardoso

Frequência implica inscrição e pagamento prévios; possibilidade de pagamento de aula avulsa.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

Curso Livre "Portugal, a Flor e a Foice - dia 4 de janeiro de 2025


Solar Condes de Resende, Canelas

Sábado | 4 de janeiro de 2025

15h00 - 17h00

«A censura, a PIDE, as cadeias, o Tarrafal»

Prof. Doutora Rita Luís

Instituto de História Contemporânea

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

«Sendo um regime político ditatorial, autoritário, autocrático e corporativo, o Estado Novo utilizou diversas formas de controle e repressão sobre os cidadãos e as suas organizações políticas, cívicas, culturais e laborais. De entre elas, a censura prévia sobre a imprensa e as publicações em geral, as emissões de rádio e depois as de televisão. Uma outra foi a reorganização de uma polícia política repressiva e controladora da sociedade em geral, a PIDE, que podia deter e submeter a tortura os detidos sem que estes acedessem a possibilidades de acompanhamento e defesa jurídicos, metidos em cadeias como presos políticos em condições arbitrárias, das quais a mais sinistra foi o campo de concentração do Tarrafal em Cabo Verde que funcionou entre 1936-1954 e 1961-1974.»

J. A. Gonçalves Guimarães, ASCR-CQ

Frequência implica inscrição e pagamento prévios; possibilidade de pagamento de aula avulsa.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

Concerto de Natal - 13 de novembro_2024

 

A direção da associação de Utilidade Pública, Amigos do Solar Condes de Resende – Confraria Queirosiana, deseja a todos os seus associados, confrades e seus familiares Boas Festas e Bom Ano de 2025, extensivo a todo o movimento associativo e, tomáramos nós, a todos os homens e mulheres da Terra.

E convidámo-los a assistirem ao concerto de Natal pelo nosso grupo musical Eça Bem Dito no próximo dia 13 de dezembro, no qual serão apresentadas melodias portuguesas, brasileiras e inglesas dos séculos XVIII a XX. Entrada livre até à capacidade do local.